Novo Talma Sarmento de Miranda, em Campo Grande, é entregue para a população
Por Marketing, postado em 05/06/2014
Fotos Claudio Postay
Em um espaço mais adequado para receber seus alunos, a Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Talma Sarmento de Miranda, em Campo Grande, voltou a usar suas próprias dependências nesta segunda-feira (2). A escola conta com 646 alunos e estava funcionando em um prédio alugado, no mesmo bairro, enquanto as obras não eram concluídas.
Segundo a diretora da unidade, Rosemere Roriz, o principal aspecto a ser destacado com o novo prédio é a acessibilidade. “A estrutura foi adaptada para oferecer a inclusão de alunos portadores de necessidades especiais. Além da instalação de um elevador para deficientes, foi criada uma sala para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e os banheiros foram apropriados para cadeirantes, oferecendo mais acessibilidade tanto para as crianças, quanto para os servidores. Como é um prédio antigo, essas questões ainda não tinham sido trabalhadas”, destaca. Todos esses parâmetros foram feitos de acordo com a norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que exige a implementação de estruturas mais acessíveis em qualquer tipo de obra em prédios públicos.
Melhorias para professores e alunos
A mudança contemplou ainda a reforma de toda a unidade de ensino, com salas de aula mais iluminadas e com novos ventiladores, adequações no refeitório e na biblioteca - que antes funcionavam em salas comuns, a ampliação das cozinhas - com instalação de coifas e bancadas para o preparo dos alimentos, a eliminação de infiltrações e a criação de uma sala multifuncional para as aulas de música.
A sala de artes também ganhou uma cara nova, com a instalação de pias e bancadas para o manuseio de materiais artísticos. O professor da disciplina, Otoniel Rocha, gostou do resultado e conta que a reforma dará mais dinâmica às aulas. “Melhorou a condição de trabalho do professor, a obra proporcionou uma melhor visibilidade em relação aos alunos. Temos mais ferramentas para trabalhar”, afirma.
A parte da frente da escola e a quadra poliesportiva seguem em construção, com os devidos cuidados para não prejudicar o trânsito de alunos e nem o andamento das aulas.
Segundo a diretora da unidade, Rosemere Roriz, o principal aspecto a ser destacado com o novo prédio é a acessibilidade. “A estrutura foi adaptada para oferecer a inclusão de alunos portadores de necessidades especiais. Além da instalação de um elevador para deficientes, foi criada uma sala para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e os banheiros foram apropriados para cadeirantes, oferecendo mais acessibilidade tanto para as crianças, quanto para os servidores. Como é um prédio antigo, essas questões ainda não tinham sido trabalhadas”, destaca. Todos esses parâmetros foram feitos de acordo com a norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que exige a implementação de estruturas mais acessíveis em qualquer tipo de obra em prédios públicos.
Melhorias para professores e alunos
A mudança contemplou ainda a reforma de toda a unidade de ensino, com salas de aula mais iluminadas e com novos ventiladores, adequações no refeitório e na biblioteca - que antes funcionavam em salas comuns, a ampliação das cozinhas - com instalação de coifas e bancadas para o preparo dos alimentos, a eliminação de infiltrações e a criação de uma sala multifuncional para as aulas de música.
A sala de artes também ganhou uma cara nova, com a instalação de pias e bancadas para o manuseio de materiais artísticos. O professor da disciplina, Otoniel Rocha, gostou do resultado e conta que a reforma dará mais dinâmica às aulas. “Melhorou a condição de trabalho do professor, a obra proporcionou uma melhor visibilidade em relação aos alunos. Temos mais ferramentas para trabalhar”, afirma.
A parte da frente da escola e a quadra poliesportiva seguem em construção, com os devidos cuidados para não prejudicar o trânsito de alunos e nem o andamento das aulas.